Quarta-feira, 30 de Junho de 2010
-Sobre mim!!!

 

 

Nascido em Lisboa a 24/12/1980, morei em Lisboa até aos 3 anos, passando por Loures até aos 5 anos, fui criado grande parte da minha vida no Carregado onde vivi até aos 26 anos. Resido actualmente em Alenquer onde tenho o previlégio de ter uma imensidão de mato e floresta para poder andar de bicicleta.

 

Gary Fisher” é a alcunha no mundo das biclas.

 

Começei precocemente no mundo dos pedais com a minha 1ª aquisição com cerca de 1 ano e meio (1981). Na altura a minha mãe era vendedora de brinquedos, e num dos seus abastecimentos nos grandes armazens do Martim Monis em Lisboa, montei-me em cima de um triciclo. Quando terminou as compras, fui atras da minha mãe, mas ela não se apercebeu que ainda vinha montado no triciclo. Como já estavamos longe do armazém, não foi entrega-lo. Foi a minha 1ª “Bike” de 3 rodas, e a entrada para o mundo da criminalidade.

 

Aos três anos (1983) o meu pai comprou-me a 1ª bicicleta na praia de Santa Cruz, numa pequena oficina que já não existe, essa sim foi efectivamente a minha primeira Bicicleta de 2 rodas. Andei pouco tempo com as rodas de apoio, tal era a minha persistencia em estar sempre a andar de bike. Nos dias de hoje ainda tenho presente na memoria o dia em que andei sem rodas de apoio. Fui contra a rede metalica da vedação de uma escola.

 

Quando mudei de localidade, ganhei outra bike, por volta dos 6 anos (1986). Era uma pasteleira daquelas com grelha atras e que se dividiam ao meio. Era da minha tia paterna. Muito me diverti com aquela bicicleta, mas já era insuficiente para mim. Os sitios onde andava exigiam outra “menina” mais robusta.

 

É entao que os meus pais me orefeceram uma BMX (1990). Fiquei louco com a bicicleta, tinha amortecedor ao meio e ainda vinha com aquelas esponjas em forma de cilindro para proteger a bicicleta de mim (só podia!!!) Tive muitas e boas aventuras com esta bmx. A princípio a minha mãe só me deixava andar perto de casa, mas não satisfeito, tive de ir desvendar o mundo. Quando chegava a casa levava uns belos açoites por passar horas fora de casa. Numa altura em que o BMX teve em altas, começei a fazer alguns up-grades para poder fazer manobras alucinantes. Era dificil nao chegar a casa com arranhões.

 

Aos 19 anos (1999) ganhei a minha 1ª bike de montanha. Uma Top Sirla toda cromada! Que pinta! Colei uns autocolantes a imitar fogo para lhe dar um ar “racing”. Com forqueta rigida, rapidamente fiz um up-grade para uma suspensao de 60mm (salvo erro), ficou uma máquina para descer a toda a velocidade. Entre quedas e diversão, começei a fazer as minhas 1ªs incursões na estrada, indo até à expo (cerca de 80km). Chegava a casa derreado! Infelizmente roubaram-me esta bicicleta à porta de casa, ficando desolado.

 

Mais tarde recuperei uma bicicleta de ciclismo que era do meu pai. Dei umas voltinhas, mas o meu grande amor era a bicicleta de montanha. Encostei-a e perdi o rasto da bicicleta, fisicamente e mentalmente.

 

Em 2006, e depois de um ano a ponderar as opções de mercado, decido comprar uma bicicleta de montanha a “sério”. Desloquei-me a Setúbal de proposito para adquirir uma Gary Fisher HK&K. Com a ajuda do meu amigo Miguel (Pêgo), fui dando as minhas primeiras passadas no mundo do BTT. Os primeiros “empenos” eram fruto de algum tempo parado sem praticar nada. Mas em pouco tempo recuperei alguma forma fisica e divertia-me à brava no meio do mato. Lembro-me bem da minha primeira grande maratona, onde apanhei o maior empeno da minha vida. Foi na maratona de Idanha-a-Nova/Zarza-la-Maior, foram 102km torturantes.

 

Em 2008 parti o quadro, fruto da conduçao indevida que tinha com a minha bicicleta. Com a garantia vitalícia, veio um quadro igual, mas superior, um GF BigSur a pesar 1,6kg. Corri com este quadro em 2009.

 

Em 2010 adquiri outro quadro, um mondraker Podium Pro. Requeria de um quadro mais rigido e mais desportivo para participar nas maratonas da Taça de Portugal. Pesava 1,4kg. Foi um up-grade necessario.

 

Actualmente tenho a minha GF para treinar e “cabrar”, a Mondraker para competição e uma Bianchi SL3 (adquirida em 2009) de estrada para treinar por estas estradas a fora comendo km sem fim.

 

Pedalar sem curtir, é como levar a vida sem sorrir!!!



Carlos Vitorino às 18:00
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